domingo, 28 de junho de 2009
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Epá, isso não!

Há coisas que partilho, principalmente as coisas que gosto ou que, simplesmente abomino...
Alguns exemplos de coisas abomináveis:
Gostar de coisinhas o que tenha penas, principalmente de pombos;
Homens que gostem mais de ir às compras do que eu...
Botas brancas;
Unhas de gel;
Copias integrais de personalidades alheias;
Brincos compridos com colares;
Sombras coloridas nas pálpebras;
Homens de sandálias (até podiam ser Louis Vouitton);
Pessoas que não sabem estar;
Pessoal que viaja para sítios paradisiacos só porque os outros foram 3 meses antes;
Mulheres histéricas e deslumbradas
Rapazes de t-shirts de cavas e óculos na cabeça...
Por favor, nao me levem a mal, mas isto realmente não pode simplesmente existir!
Olha que me apetece

Olha que me apetece usar os flutes Lalique que nos ofereceram de presente de casamento! Olha que me apetece gelar uma garrafa de moet e bebê-la olhando a Cidade. Olha que me apetece olhar-te e recordar como tudo começou. Olha que me apetece descalçar para sentir que a terra é real e que o amor é a Vida. Olha que me apeteces tu!
Não se aguenta!
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Queria dizer-te ao ouvido...

Estou de volta pro meu aconchego
Trazendo na mala bastante saudade
Querendo
Um sorriso sincero, um abraço,
Para aliviar meu cansaço
E toda essa minha vontade
Que bom,
Poder tá contigo de novo,
Roçando o teu corpo e beijando você,
Prá mim tu és a estrela mais linda
Seus olhos me prendem, fascinam,
A paz que eu gosto de ter.
É duro, ficar sem você
Vez em quando
Parece que falta um pedaço de mim
Me alegro na hora de regressar
Parece que eu vou mergulhar
Na felicidade sem fim
Elba Ramalho
segunda-feira, 15 de junho de 2009
A melhor noite de Lisboa

Por mais que viva, que procure encontrar, que me ache noutro lugar, a melhor noite de Lisboa é a Noite de Santo António.
Nada a iguala, nada iguala o cheiro da sardinha assada à porta da tasca, o mangerico à janela debaixo de um mágico luar,a imperial para atenuar a temperatura a musica popular a brindar à festa, à alegria e ao romance.
O vaso de mangerico que se oferece após se escolher meticulosamente a quadra, o verso que se distingue por ter em entrelinhas o que se quer dizer ao outro mas que, por circunstâncias que se desvanecem com o tempo, nao se pode pode dizer, só no olhar..
O calor,o dia mais longo do ano, a noite mais curta a convidar a assistir ao nascer do sol, à nostalgia dos tempos de ontem...
A minha rosa é única, diferente, o meu amor é unico, inigualável...

Assim como a rosa está para o principezinho, assim o que para nós é diferente, é perfeitamente dissociável na multidão.
(...)O principezinho afastou-se e foi ver as rosas outra vez.
-Voçês não são nada parecidas com a minha rosa – disse-lhes ele.
- Vocês não são nada. Ninguém vos cativou e vocês não cativaram ninguém. São como a minha raposa era quando a conheci. Ela era apenas uma raposa igual a outras cem mil raposas. Mas eu tornei-a minha amiga e ela passou a ser única no mundo.
E as rosas ficaram bastante arreliadas.
-Vocês são bonitas, mas vazias – insistiu o principezinho. – Não se pode morrer por vocês. É claro que para um transeunte qualquer, a minha rosa é igual a vocês. Mas sozinha, é muito mais importante do que vocês todas juntas. Porque foi ela que eu reguei; porque foi ela que eu protegi com o biombo. Porque foi por ela que eu matei as lagartas. Porque foi a ela que eu ouvi queixar-se, gabar-se e até, às vezes calar-se. Porque ela é a minha rosa.
(O Principezinho - Antoine de Saint-Exupéry)
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Tenho o coração pequenininho...

Nunca pensei que isto me acontecesse, mas tenho o coração apertado, a doer horrores, pequenino e sinto um nó na garganta. Ainda agora embarcou e ja me sinto perdida, com falta dele, a pensar o que vai ser de mim esta semana...
Diziam que estas coisas aconteciam a primeira vez que existe distancia, mas a doer desta maneira? É que me está a doer, a corroer, não consigo imaginar como vou suportar este tempo de distância. Não quero ser melodramática mas, na verdade está a sufocar-me de tal forma que não estou a conseguir suportar a sua ausência. Cada dia que passa descubro mais um pouco do que é amar de verdade. Sim, é verdade que o amor se constroi dia para dia. A cumplicidade aumenta e torna-nos em cada hora, cada minuto e segundo que passa, num só.
Amo-o mais hoje que ontem e vou amá-lo amanha mais do que hoje. Faz parte de mim. Agora que não está, levou comigo um pouco do meu coração e a outra parte que está comigo ficou muito pequena... Tenho o coração pequenininho...
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Procuro descanso!



Procuro um sítio bonito e sossegado para descansar do stress urbano, dos excessos do trabalho e das pressões do quotidiano.
Preciso de tranquilidade onde o tempo é um valor, a beleza um bálsamo e infinita a liberdade para, com conforto e segurança, distender o corpo e lavar a alma!
Vou levar a pessoa que amo, o livro preferido, aquelas roupas que estão no armário das coisas com que se sente bem vou fugir daqui.
Preciso de esquecer as coisas do dia-a-dia, a ansiedade, a inquietude enão fazer nada. Não me preocupar com as horas, com as pessoas, com o mundo lá fora e mimar-me. Preciso de um banho de àgua pura, inspirar o oxigénio que me renova, fazer o que me faz sentir bem.
Procuro descanso! Estou segura de que o vou encontrar...
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
A Gente Vai Continuar

Tira a mão do queixo não penses mais nisso
O que lá vai já deu o que tinha a dar
Quem ganhou ganhou e usou-se disso
Quem perdeu há-de ter mais cartas pra dar
E enquanto alguns fazem figura
Outros sucumbem á batota
Chega a onde tu quiseres
Mas goza bem a tua rota
Enquanto houver estrada pra andar
A gente vai continuar
Enquanto houver estrada pra andar
Enquanto houver ventos e mar
A gente não vai parar
Enquanto houver ventos e mar
Todos nós pagamos por tudo o que usamos
O sistema é antigo e não poupa ninguém
Somos todos escravos do que precisamos
Reduz as necessidades se queres passar bem
Que a dependência é uma besta
Que dá cabo do desejo
A liberdade é uma maluca
Que sabe quanto vale um beijo
(Jorge Palma)
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Há uma coisa em ti que me desarma

Há uma coisa em ti que me desarma: é o momento que dizes ”temos de falar”. Nem tudo tem de ser discutido ou falado ou explicado. Não que não o possa ser, mas porque eu não o quero, não preciso de desfazer o meu coração em mil pedaços de lamentação, dói-me falar, explicar, às vezes (e tantas) porque tu tens razão.
Ás vezes não quero falar, só quero sentar-me e chorar á tua frente. Porque estou apaixonada por ti. É esta a minha maneira de ultrapassar as coisas. Às vezes preciso só de ficar a olhar fixamente para ti e tentar entender, mesmo que acabe por não entender nada, mesmo que fique só com a minha percepção das coisas. E é assim porque te amo. Fico com sentimento de vergonha, sinto que estrago, que mutilo, que desgasto e … mais uma vez… arrependo-me…
Nem tudo pode ser explicado e discutido, especialmente quando há sentimentos á mistura, quando há amor e dor ao mesmo tempo. E quando o faço quero tanto ultrapassar isto quanto tu que queres falar e pedir-me uma explicação.
Ás vezes necessito de ir fumar um cigarro, olhar sozinha as estrelas e depois voltar para os teus braços, tentando não falar mais do assunto, de mais nada, não falar!
Não quero falar do assunto, não quero conversar, só me apetece desculpar-me a chorar agarrada a ti.
É esta a minha maneira de te pedir desculpa
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Vou-te explicar!

Amor, vou tentar hoje elucidar-te porque insistes em considerar que passa tanto tempo à minha espera.
Deve-se ao facto que este é um tempo de verdadeira introspecção, muito cuidado, serenidade e atenção!
Esperas muito porque este tempo se divide essencialmente em seis passos distintos:
1- Banho: Repara que tenho o cabelo bem mais comprido que o teu e que, por isso, requer cuidados especializados. Isto requer uma passagem de champô, uma de amaciador que tem de ser deixar a actuar 3 minutos pelo menos, depois aplica-se o creme reestruturante, que dá corpo e brilho e que tem de ficar a actuar pelo menos durante 5 minutos.
2- Cremes: Há um para o corpo, outro para a cara e outro para a zona dos olhos, que para quem não sabia, é bem mais sensível que as restantes zonas da face e requer cuidados individualizados.
3- Roupa: A Lingerie tem de ser escolhida com cuidado, não pode ver-se através do top, não pode ser mais alta que o cós das calças, e ao mesmo tempo tem de ser sexy e condizer entre si.
A seguir as calças e o top. Têm de ser conjugados entre si.
Depois os sapatos e o cinto e a mala. Têm de condizer entre si, e não podem chocar com a roupa escolhida.
4- Cabelo: Regresso depois à casa de banho: É hora de secar o cabelo, que ficou enrolado à toalha, à espera de ficar apenas húmido e não molhado. Seco o cabelo, com cuidado, porque o cabelo quando é comprido pode estragar-se com mais facilidade que o cabelo curto e facilmente o secador o espigar.
5- Acessórios: É hora agora de escolher os acessórios: brincos, colares e/ou anéis, todos a condizer entre si, conjugados com a roupa que trago vestida e com os sapatos, cinto e a mala e ainda com a forma como penteei o cabelo.
Sim, porque se está apanhado notam-se mais os acessórios do que com o cabelo caído nos ombros, e há que ter isto em atenção, se não arrisco a assemelhar-me a uma árvore de Natal.
6-Maquilhagem: Amor, a maquilhagem é uma coisa complexa, acredita! Só para pintar os olhos há que dividir virtualmente a pálpebra em quatro. Pinta-se inicialmente com uma cor mais clara do que a cor que vamos usar como sombra, de base, apenas para dar brilho e "abrir" o olho os dois quadrados superiores da nossa divisão. Depois o quadrado inferior esquerdo, mais perto do fim do olho, é pintado com o dedo indicador e com a sombra escolhida. No quadrado interno inferior, á direita de quem olha de frente passamos com o dedo que pintou o resto do olho e que está ainda sujo da sombra, de modo a fazer a cor ficar uniforme, ainda que mais velada do que no quadrado imediatamente ao lado. E dá-te por muito feliz que tenho jeito para a coisa, faço com prática e as amigas pedem-me para reproduzir nelas, senão, ainda mais tempo…
Agora é só escolher o casaco e conjugá-lo com as calças, o top, os sapatos a mala, o cinto, os acessórios, a maquilhagem e o cabelo. Simples, certo?
Agora vê neste prisma: Se a maioria dos homens tivessem de fazer tudo isto demorariam cerca de 5/6 horas e o resultado não seria tão satisfatório como o nosso aspecto final...
Agora aceita, tem paciência, não refiles e aproveita o tempo que estás à minha espera, e vai simplesmente comprar-me uma flor. Ah, já agora, aproveita também para me elogiares já que depois deste trabalho todo, talvez não seja pedir muito!
Ouve-se O Mar



Agora
Que a chuva cai devagar
Lá fora
E a noite vem devorar
O sol
E tudo fica em silêncio
Na rua
E ao fundo
Ouve-se o mar
Agora
Talvez te possas perder
Devora
O que a saudade te der
A vida
Leva pra longe pedaços
Do tempo
Deixa o sabor de um regaço
E ao fundo
Ouve-se o mar
Agora
Que a água inunda os teus olhos
E o mundo
Já não te deixa parar
No escuro
Voltam as estórias perdidas
Na alma
Onde não podes tocar
E ao fundo
Ouve-se o mar
(Mafalda Veiga)
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Sitios mágicos
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Como tudo muda em 30 anos

Situação: O Pedro está a pensar ir até ao monte depois das aulas, assim que
entra no colégio mostra uma navalha ao João, com a qual espera poder fazer
uma fisga.
Ano 1978: O director da escola vê, pergunta-lhe onde se vendem, mostra-lhe a
sua, que é mais antiga, mas que também é boa.
Ano 2008: A escola é encerrada, chamam a Polícia Judiciária e levam o Pedro
para um reformatório. A SIC e a TVI apresentam os telejornais desde a porta
da escola.
Situação: O Jaime não pára quieto nas aulas, interrompe e incomoda os
colegas.
Ano 1978: Mandam o Jaime ir falar com o Director, e este dá-lhe uma bronca
de todo o tamanho. O Jaime volta à aula, senta-se em silêncio e não
interrompe mais.
Ano 2008: Administram ao Jaime umas valentes doses de Ritalin. O Jaime
parece um Zombie. A escola recebe um apoio financeiro por terem um aluno
incapacitado.
Situação: Um menino branco e um menino negro andam à batatada por um ter
chamado "chocolate" ao outro.
Ano 1978: Depois de uns socos esquivos, levantam-se e cada um para sua casa.
Amanhã são colegas.
Ano 2008: A TVI envia os seus melhores correspondentes. A SIC prepara uma
grande reportagem dessas com investigadores que passaram dias no colégio a
averiguar factos. Emitem-se programas documentários sobre jovens
problemáticos e ódio racial. A juventude Skinhead finge revolucionar-se a
respeito disto. O governo oferece um apartamento à família do miúdo negro.
Situação: Tens amigos
Ano 1978: Depois do trabalho, vão para umas jantaradas, vão beber uns copos, bejecas e tremoço no fim de uma tarde de verão, grandes bezanas e asneiradas de que se lembrarão para o resto da vida.
Ano 2008: Depois do trabalho, fecham-se em casa, pijama e chinelinhos, "falam" no messenger, sabem da vida uns dos outros e de outros 2000 amigos que nunca viram pelos perfis de Hi5, enquanto dão uns toques no Pro Evolution Soccer ou vêm a última série do House ou do Lost
Realmente... Tudo era mais saudável há 30 anos atrás...
Elogio ao amor
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'Quero fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito.
Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria. Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em 'diálogo'. O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam 'praticamente' apaixonadas. Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do 'tá tudo bem, tudo bem', tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso 'dá lá um jeitinho sentimental'. Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo.
Texto de Miguel Esteves Cardoso, chama-se 'Elogio ao amor'.
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Encontar o ideal

Encontra o homem que te chama gira, em vez de boa...
Que te telefona de novo quando lhe desligas o telefone na cara...
Que fica acordado só para te ver dormir... Espera pelo homem que beija a tua
testa...
Que fica de mãos dadas contigo a frente dos amigos...
Espera pelo homem que te esta constantemente a lembrar o quanto significas
para ele...e da sorte que ele tem em te ter...
Espera por aquele que se vira para os amigos e diz...'É aquela...'
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Recordações de Infância
Ja falei muitas vezes com orgulho e muita saudade da minha infância, tendo sido esta um motivo de orgulho para mim e gratidão aquem ma proporcionou. Talvez porque me marcou tanto e me deixa com uma lágrima de saudade cada vez que me recordo dos momentos felizes que tive. Pois é, ao vasculhar o youtube, lá fui eu descobrir tesourinhos (este não deprimentes) que me relembram das tardes a fio passadas a ouvir os discos dos Onda Choc e dos Ministars (que eu não gostava tanto mas, que a minha mãe insistia constantemente em mos ofertar em épocas festivas). Também me recordo e ouvia os Discos de Vinil dos Ministars, mas os Onda Choc... Estes eram "mais à frente" para a época, eles é que a sabiam toda e compreendiam os meus desgostos de amor, esses vestiam coisas mais modernas e arrojadas que, a minha mãe nunca na vida me proporcionava vestir. Eles usavam calças pretas, peças encarnadas e roxas, rosa-choc e amarelo fluorescente... Eram mais radicais, mais "fixes" do que os outros que marcavam por serem vestidos pela "Cenoura" com laranjas, azuis e verdes- "bebé". Ora uma miuda queria era ser "cool", roupa da Cenoura era o meu guarda-fato todo, ora bolas... Aqueles é que eram "baris"!!!
Que saudades de saber de cor as letras das musicas deles e sonhar fazer parte do grupo e de juntar amigas na minha casa, encenar uma coreografia e cantar as musicas em playback!
Ai,ai, que saudades, que bom recordar!
Que saudades de saber de cor as letras das musicas deles e sonhar fazer parte do grupo e de juntar amigas na minha casa, encenar uma coreografia e cantar as musicas em playback!
Ai,ai, que saudades, que bom recordar!
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